Theatro São Pedro - Porto Alegre

Espetáculo infantil “Plugue: um desvio imaginativo” inicia temporada no dia 14 de outubro

“PLUGUE: um desvio imaginativo”, espetáculo teatral para crianças, estreia temporada no sábado, 14 de outubro, às 16h, na Sala da Música do Multipalco do Theatro São Pedro. A peça também será apresentada nos 15, 21, 22, 28 e 29 de outubro, sempre aos sábados e domingos, às 16h.

A montagem experiência de um lugar onde imaginação e realidade se misturam. O público é chamado a compartilhar o espaço com os atores, dentro do cenário que lembra uma grande tenda de lençóis – como aquelas da nossa infância -, embaixo da qual cria-se um mundo inteiro, um mundo de possibilidades infinitas. Um espaço para a imaginação.

Com financiamento do FUMPROARTE – Porto Alegre Amanhã, é o primeiro projeto de teatro para crianças do Coletivo Errática, premiado em 2016 com “Ramal 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora” (Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Melhor Figurino e Melhor Cenário), marcando o retorno da diretora Jezebel De Carli ao universo do teatro para crianças, depois de ter dirigido o premiado “A Tempestade e os Mistérios da Ilha”. “PLUGUE” tem dramaturgia de Francisco Gick – autor de “Ramal 340” – e aborda uma tema de grande importância no mundo contemporâneo, o acolhimento da diversidade. Em tempos de profusão de discursos de ódio nas ruas e nas redes sociais, tempos de crescente intolerância, a defesa da aceitação do outro é cada vez mais necessária, e talvez mesmo emergencial. Assim, “PLUGUE” convida o público a compartilhar um mundo onde a imaginação torna tudo possível, um espaço de liberdade e invenção.

Sinopse:
Um misterioso fio azul se espalha pela cidade, ligando tudo, todos e provocando insólitas situações para os habitantes do local. Que fio é esse? De onde vem? Para onde vai? Como é que eu vim parar aqui? São perguntas que fazemos quando somos sugados para dentro de um desvio imaginativo. PLUGUE é uma história que começa, assim, esquisita e acaba não terminando, quase como se se perdesse no caminho. Caminho entre lá e cá, entre pequeno, grande e de volta. Uma história que quando chega ao fim, desaparece como uma mensagem naqueles filmes de agente secreto, e quem lembrou, lembrou, e quem esqueceu… não tem problema, a gente inventa outra, porque é uma história que se faz junto e que certamente tem pé e tem cabeça. E tem joelho, braço e coração.
Ah, e polvo! Só não me pergunte como…

Ficha técnica
Direção: Jezebel De Carli
Dramaturgia: Francisco Gick
Colaboração Cênica : Arlete Cunha
Elenco: Guega Peixoto, Gustavo Dienstmann, Rodrigo Waschburger e Tom Peres
Orientação Pedagógica: Paulo Fochi
Cenografia e Figurino: Margarida Rache
Trilha Sonora Original e Preparação Musical: Beto Chedid
Iluminação: Lucca Simas
Criação Audiovisual: Rodolfo Ruscheinsky e Maurício Casiraghi
Programação Visual: Sandro Ka
Assessoria de Imprensa: Liane Strapazzon
Redes Sociais: Emily Blanco via pH ácido
Fotografia de Cena: Adriana Marchiori
Fotografia de Divulgação: Francisco Gick
Produção: Aresta Cultural e Coletivo Errática
Produção Executiva: Joice Rossato
Realização: Coletivo Errática

Serviço:
Espetáculo infantil PLUGUE: um desvio imaginativo
Local: Multipalco Theatro São Pedro – Sala de Música (Praça Mal. Deodoro, s/n)
Datas: 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de outubro, às 16h. 
Duração: 1h
Inteira: R$ 30,00
Meia entrada: Estudantes, idosos, associados da AATSP, professores e jovens com até 15 anos.
Venda de ingressos na bilheteria do teatro
Estacionamento privado junto ao TSP. Ambiente climatizado.

Sobre o Coletivo:
O Errática é um coletivo de teatro e performance gerado no Curso de Teatro da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul/Uergs. Em atividade desde 2012, desenvolve uma pesquisa continuada de linguagem, focada em processos colaborativos de criação, dramaturgia própria e transcriações de obras da dramaturgia mundial. No repertório do Coletivo, Ramal 340: sobre a migração das sardinhas ou porque as pessoas simplesmente vão embora (Prêmio Açorianos de Melhor Espetáculo, Melhor Figurino e Melhor Cenário em 2016), Macbodas: tequila, guacamole y algo más, K3: resta o corpo quando não se tem mais nada, Kóstia não morra! Ou da dura tarefa de não atirar contra a própria cabeça. Em 2015, o Coletivo Errática foi contemplado com o Prêmio Nacional para Cultura de Redes – Categoria Regional do Ministério da Cultura.